A vida passa cada vez mais depressa. Depois dos 30 anos, aliás, fica fácil constatar isso.
Ando correndo muito, em todos os setores da vida. Não reclamo. Prefiro assim. Ruim é ficar parada, sem nada para fazer.
Em meio ano, aprendi mais do que nos outros dez anos da minha vida. Simples assim. Simples? Nem um pouco. Puxado. E gostoso. Lembrar que tenho um cérebro, que tenho criatividade, que tenho um mínimo de inteligência. Voltei a ser humana, provei que não sou apenas uma máquina. Era assim que me sentia há apenas um ano: uma máquina. Com um número de ativo fixo. Sem nenhuma possibilidade de fazer mais nada que exigisse reflexão.
Com isso, até o que assusta e cansa, também estimula. Quero mais dessa vida corrida, dessa energia bem gasta, dessa vontade imensa de viver. Nunca mais quero voltar a me sentir um robô.
Que venha mais correria, mais vida, mais o que fazer! Bora!
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