quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Fé, esperança e amor




Photo credit: Charlotte90T via Visual Hunt / CC BY-NC-ND

Acho que deveria estar desesperada. Não estou. Fiz o que precisava ser feito, ajudei o que pude, mas chega o momento em que temos consciência de que um trabalho acabou. Que já não faz sentido manter as coisas como estão. Foi assim.

Não me arrependo de todo o trabalho. Tive a chance de tirar uma área inteira do zero, consegui fazer isso, testei minhas habilidades. E sei que se não pude continuar, não foi porque o que fiz estava malfeito ou errado. As questões que levara ao encerramento do meu contrato estavam além do que eu podia sanar, infelizmente. 

Agora? Bom, no mundo ideal, começaria a faculdade - uma alegria num dia triste! - e começaria a buscar novos trabalhos na área. No mundo real, preciso voltar ao mercado o quanto antes: minhas contas não me permitem esperar. 

Por que não desesperar? Porque desta vez, confio que tudo o que me acontece é para meu próprio bem. Que esse tipo de prova vem para testar minha fé, para que possa ter a oportunidade de modificar antigas reações e evoluir. É óbvio que dá medo, claro que entendo o quanto de responsabilidades tenho a cumprir. Contudo, desta vez, entrego a Deus meu caminho e peço que ele ilumine o que for melhor para mim. Prova aceita, cabeça feita. Seja como for, o progresso virá. 

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